Desaceleração: indicador do BC confirma sequência negativa ao encolher 0,2% no mês
Indicador do Banco Central apontou recuo de 0,2% em julho após queda de 0,6% em junho, puxado pela contração de 1,2% no setor agropecuário.
Radar Finanças
Indicador do Banco Central apontou recuo de 0,2% em julho após queda de 0,6% em junho, puxado pela contração de 1,2% no setor agropecuário.
O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 1,3%, aos 179.722,48 pontos, registrando o patamar mais elevado desde 12 de maio. A sessão coincidiu com forte valorização dos contratos internacionais de petróleo e desvalorização do dólar comercial ante o real, que encerrou cotado a R$ 5,153.
Analistas do mercado financeiro revisaram para baixo as estimativas de inflação e de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano de 2026, indicando uma readequação das expectativas macroeconômicas de médio prazo.
Mediana do IPCA supera teto da meta de 4,5%; Selic projetada cai 0,25 p.p. ante os atuais 14,00%
Prévia do PIB brasileiro, sinais sobre juros americanos e resultados trimestrais concentram atenções do mercado.
Déficit primário acumulado em 12 meses sobe a 1,19% do PIB em junho. DLSP avança 0,6 p.p. no mês e dívida bruta sobe 0,9 p.p. Déficit nominal atinge 9,99% do PIB.
Boletim Focus de 24/07/2026: mediana do IPCA cai para 5,12% a.a., mas Selic segue projetada em 14% a.a. Déficit primário e dívida bruta seguem como pontos de atenção fiscal.
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