O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 1,3%, aos 179.722,48 pontos, registrando o patamar mais elevado desde 12 de maio. A sessão coincidiu com forte valorização dos contratos internacionais de petróleo e desvalorização do dólar comercial ante o real, que encerrou cotado a R$ 5,153.
| Indicador | Valor | Tipo | Horizonte / Referência | Fonte Oficial |
|---|---|---|---|---|
| Ibovespa | 179.722,48 pts (+1,30%) | OBSERVADO | Vigente / Oficial | Fonte Oficial |
| Dólar Comercial | R$ 5,153 (-0,54%) | OBSERVADO | Vigente / Oficial | Fonte Oficial |
| Petróleo Brent | US$ 94,65 (+4,60%) | OBSERVADO | Vigente / Oficial | Fonte Oficial |
| Petróleo Wti | US$ 90,22 (+5,20%) | OBSERVADO | Vigente / Oficial | Fonte Oficial |
| Petr3 (On) | +4,14% | OBSERVADO | Vigente / Oficial | Fonte Oficial |
| Petr4 (Pn) | +4,11% | OBSERVADO | Vigente / Oficial | Fonte Oficial |
| taxa Selic | 14,00% a.a. | OBSERVADO | Vigente / Oficial | Fonte Oficial |
Legenda: OBSERVADO = dado oficial divulgado; PROJETADO = expectativa de mercado (Focus/consenso); ESTIMADO = cálculo com metodologia; AGENDA = evento ou dado futuro confirmado.
Comportamento do Ibovespa e Destaques em Energia
Durante as negociações, o principal índice da B3 chegou a ultrapassar o patamar dos 181 mil pontos pela primeira vez em quase quatro meses, antes de consolidar o fechamento em 179.722,48 pontos.
Os papéis do setor de energia registraram desempenho positivo em linha com a commodity no mercado internacional. As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) avançaram 4,14%, enquanto as preferenciais (PETR4) subiram 4,11%. O mercado acompanhou também o anúncio do reajuste de 13,9% no preço médio do querosene de aviação (QAV) pela petroleira e o dado da ANP indicando produção recorde de petróleo no país de 4,5 milhões de barris por dia em julho.
- Ibovespa fechou em 179.722,48 pontos (+1,30%)
- PETR3 subiu 4,14% e PETR4 registrou alta de 4,11%
- Produção nacional atingiu recorde de 4,5 mi de barris/dia em julho
Mercado de Câmbio e Indicadores Macroeconômicos
O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,54%, cotado a R$ 5,153 para venda, acumulando desvalorização de 6,12% no ano. Na mínima intradiária, a divisa norte-americana atingiu R$ 5,13.
Na abertura da sessão, o câmbio chegou a ser negociado a R$ 5,20 após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que apontou desaceleração econômica e alimentou expectativas de mercado sobre eventuais cortes futuros na taxa Selic, atualmente fixada em 14% ao ano. No cenário global, o índice DXY avançava 0,27%, aos 99,681 pontos.
- Dólar comercial a R$ 5,153 (-0,54%)
- Variação acumulada do dólar no ano: -6,12%
- taxa Selic de referência: 14% ao ano
Cenário Internacional das Commodities
No exterior, os contratos futuros de petróleo registraram expressivos ganhos em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
O barril do petróleo tipo Brent encerrou cotado a US$ 94,65 (+4,6%), enquanto o WTI avançou 5,2%, negociado a US$ 90,22.
- Petróleo Brent: US$ 94,65 (+4,6%)
- Petróleo WTI: US$ 90,22 (+5,2%)
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