FMI recoloca Brasil na 8ª posição do ranking global em 2027, com PIB projetado de US$ 2,80 trilhões

FMI recoloca Brasil na 8ª posição do ranking global em 2027, com PIB projetado de US$ 2,80 trilhões

A edição de outubro de 2026 do World Economic Outlook (WEO), do Fundo Monetário Internacional, projeta o PIB nominal brasileiro em US$ 2,80 trilhões em 2027, ante US$ 2,655 trilhões estimados para 2026, quando o país encerra o ano na 10ª colocação. O avanço implica ultrapassar Rússia (US$ 2,68 trilhões) e Itália (US$ 2,77 trilhões) e devolve ao Brasil a 8ª posição entre as maiores economias do mundo, posto que o país não ocupava desde 2017.

Ata do Fed e dados de inflação dos EUA pautam a semana dos mercados globais

Ata do Fed e dados de inflação dos EUA pautam a semana dos mercados globais

A semana começa com os mercados globais em compasso de espera por dois eventos que costumam redefinir o humor dos investidores: a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve e a bateria de dados de inflação dos Estados Unidos. Segundo o Money Times, a agenda concentra justamente esses dois pontos como os destaques para quem investe. Não é uma semana qualquer de calendário: é o tipo de janela em que o mercado deixa de operar por fluxo e passa a operar por convicção, à espera de pistas sobre até onde o banco central americano está disposto a levar o ciclo de afrouxamento monetário.

Justiça dos EUA não reabrirá apuração criminal envolvendo Powell e a reforma do Fed

Justiça dos EUA não reabrirá apuração criminal envolvendo Powell e a reforma do Fed

Segundo apuração do InfoMoney, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos não dará sequência à investigação criminal envolvendo Jerome Powell e o processo de reforma do Federal Reserve. O desfecho retira do tabuleiro um dos fatores de risco político que vinham rondando a autoridade monetária mais influente do mundo e recoloca uma pergunta incômoda: qual é, afinal, o custo institucional que a política está disposta a pagar para tentar influenciar a trajetória dos juros.

Produção industrial cai 0,6% em agosto e acumula perda de 3,1% em quatro meses, diz IBGE

Produção industrial cai 0,6% em agosto e acumula perda de 3,1% em quatro meses, diz IBGE

A produção industrial brasileira recuou 0,6% de julho para agosto de 2026, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira, 2 de outubro. O resultado interrompe a leve alta de 0,1% registrada em julho e devolve parte do terreno conquistado no início do segundo semestre, em um momento no qual o Copom calibra cada décimo da Selic com lupa.

Caged registra 165,8 mil vagas formais em agosto, alta de 183,1% sobre julho

Caged registra 165,8 mil vagas formais em agosto, alta de 183,1% sobre julho

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou a abertura de 165.827 postos com carteira assinada em agosto, saldo 183,1% maior do que o de julho, quando foram criadas 58.568 vagas, segundo a Agência Brasil. Na comparação com agosto de 2025, o avanço é de 7,2% sobre os 154.683 postos contabilizados na série com ajuste. Serviços lideraram a geração de empregos, com 110.346 vagas, enquanto o acumulado de janeiro a agosto caiu 25,2% frente ao mesmo período do ano passado.

Lagarde leva ao Parlamento Europeu a leitura do BCE sobre juros e inflação na zona do euro

Lagarde leva ao Parlamento Europeu a leitura do BCE sobre juros e inflação na zona do euro

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, participou nesta segunda-feira (28/09/2026) da audiência do Comitê de Assuntos Econômicos e Monetários (ECON) do Parlamento Europeu, confirmada em comunicado oficial da própria instituição. O documento registra a participação e situa o tema na política monetária da zona do euro, mas não traz taxa de referência, projeção de inflação ou sinalização numérica sobre o próximo movimento de juros. Para quem opera câmbio e renda fixa, inclusive no Brasil, o evento importa menos como rito protocolar e mais como peça de comunicação estratégica: é ali que o tom do BCE se torna público antes de qualquer decisão formal do Conselho do Governo.

Bitcoin e o "Uptober": sazonalidade histórica e catalisadores macro que o mercado monitora

Bitcoin e o “Uptober”: sazonalidade histórica e catalisadores macro que o mercado monitora

O apelido “Uptober” volta ao vocabulário do mercado cripto a cada virada de trimestre, embalado pela constatação de que outubro costuma concentrar desempenho historicamente favorável ao Bitcoin. A diferença, desta vez, é o pano de fundo macroeconômico: a narrativa sazonal só ganha tração se encontrar respaldo no apetite global por risco, na trajetória dos juros americanos e no fluxo de recursos para os fundos negociados em bolsa. Sem esses combustíveis, o “Uptober” corre o risco de permanecer apenas no apelido, e não no gráfico.