Corte de 1,5% do PIB esbarra em 90% de gasto obrigatório: a matemática fiscal que a campanha ainda n

Corte de 1,5% do PIB esbarra em 90% de gasto obrigatório: a matemática fiscal que a campanha ainda não detalhou

Cerca de 90% do gasto primário federal está amarrado por lei ou pela Constituição, e as despesas discricionárias somam pouco mais de R$ 200 bilhões. Para economistas ouvidos pela Agência Brasil, esse espaço é insuficiente para absorver um corte de 1,5% do PIB, algo em torno de R$ 190 bilhões considerando o PIB de 2025, sem atingir Previdência, BPC, pisos de saúde e educação e Bolsa Família. A conta virou peça central da corrida presidencial de 2026, e o detalhamento público das medidas segue incompleto.

Ibovespa na semana pré-eleição: apenas 8 ações caem e Hapvida está entre as altas de dois dígitos

Ibovespa na semana pré-eleição: apenas 8 ações caem e Hapvida está entre as altas de dois dígitos

Um levantamento do seudinheiro.com aponta que apenas 8 papéis do Ibovespa fecharam em queda na semana anterior ao pleito, enquanto outras sete ações, com Hapvida (HAPV3) entre elas, registraram valorização de dois dígitos. O documento não identifica os nomes dos oito papéis em queda nem detalha a variação percentual do índice no período.

Ibovespa sobe cerca de 1% em dia de inflação americana mais fraca e expectativa eleitoral em Brasíli

Ibovespa sobe cerca de 1% em dia de inflação americana mais fraca e expectativa eleitoral em Brasília

O Ibovespa subiu cerca de 1% no pregão, segundo apuração do Valor Econômico, em uma sessão marcada por dois ventos que sopraram na mesma direção: a inflação americana veio abaixo do que projetava o consenso e o clima das conversas sobre as eleições brasileiras ganhou contornos mais favoráveis ao risco. A coincidência de fatores externos e domésticos produziu um alívio raro em um ano de prêmio de risco persistente. A pergunta que a Faria Lima faz antes de comemorar, porém, é mais incômoda: trata-se de mudança de regime ou apenas de um respiro entre duas surpresas adversas?

Maioria dos presidenciáveis apoia reforma tributária com ajustes pontuais, aponta Folha

Maioria dos presidenciáveis apoia reforma tributária com ajustes pontuais, aponta Folha

A poucos dias do primeiro turno, a reforma tributária do consumo deixou de ser linha divisória entre campos políticos. Levantamento da Folha de S.Paulo aponta que a maioria dos presidenciáveis apoia o novo modelo já aprovado, com ressalvas concentradas em pontos específicos do desenho em vigor. O adjetivo ‘pontual’ carrega a parte mais importante da frase: em matéria de tributo, costuma significar a exceção que algum grupo de interesse conseguiu emplacar antes de a fatura chegar ao contribuinte.