Crédito para IA: mineradoras de Bitcoin buscam US$ 50 bilhões e aceitam juros de até 9%

Crédito para IA: mineradoras de Bitcoin buscam US$ 50 bilhões e aceitam juros de até 9%

A conta da reconversão para inteligência artificial na mineração de Bitcoin chegou, e o setor precisa de aproximadamente US$ 50 bilhões para concluir os projetos de infraestrutura de IA já anunciados, segundo o boletim Miner Weekly, da BlocksBridge Consulting. O custo desse dinheiro, porém, está longe de ser uniforme: a IREN pagou 6% em junho e 9% em agosto na mesma tese; o Google cobrou warrants de 5,4% do patrimônio da Cipher Digital para garantir US$ 1,4 bilhão em leasing. Entre juros que sobem e participações que se diluem, o financiamento virou a variável crítica da nova fronteira das mineradoras.

SWI Group capta € 800 milhões em rodada institucional e passa a ser avaliada em € 6,1 bilhões

SWI Group capta € 800 milhões em rodada institucional e passa a ser avaliada em € 6,1 bilhões

A SWI Group, listada na Euronext Amsterdam sob o ticker SWICH, anunciou um aumento de capital de 800 milhões de euros junto a investidores institucionais, operação que eleva a avaliação final da companhia a 6,1 bilhões de euros. Os recursos serão direcionados à expansão de sua infraestrutura de inteligência artificial transatlântica e de sua plataforma de computação, segundo comunicado distribuído via PR Newswire.

WEG define meta de elevar em cinco vezes a capacidade fabril de geradores

WEG define meta de elevar em cinco vezes a capacidade fabril de geradores

Há uma ironia elegante no momento da WEG. Enquanto boa parte da indústria brasileira ainda digere juros de dois dígitos e uma demanda doméstica morna, a companhia de Jaraguá do Sul encontrou um cliente que não parece disposto a esperar: o data center. Segundo apuração do Valor Econômico, a fabricante catarinense planeja quintuplicar sua produção de geradores, movimento ancorado no boom global de infraestrutura de nuvem e inteligência artificial. O número, por si só, é a parte fácil da história. A pergunta que a Faria Lima faz em voz baixa é outra: multiplicar capacidade por cinco é uma decisão de capex ou uma aposta de convicção sobre um ciclo que ainda precisa provar sua durabilidade?