China proíbe cripto desde 2021, mas carteiras P2P de stablecoin crescem 43x no país; Coreia do Sul lidera o Leste Asiático com US$ 449,1 bilhões
A China proíbe criptomoedas desde setembro de 2021, o que não impediu que o país construísse uma das economias paralelas de stablecoin mais movimentadas do planeta. Segundo relatório da Chainalysis, empresa de análise on-chain, o número de carteiras únicas de stablecoin em negociação P2P no território chinês cresceu 43 vezes entre o primeiro trimestre de 2024 e o segundo trimestre de 2026. A proibição mudou o canal, não a demanda. O contraste regional escancara o resto da história: a Coreia do Sul, que regula, tributa e fiscaliza o setor, movimenta US$ 449,1 bilhões, cerca de 2,6 vezes a cifra chinesa estimada, enquanto suas exchanges locais assistem ao lucro operacional derreter 78%.
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