Redação Radar Finanças

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PGBL ou VGBL: como escolher o modelo certo e pagar menos Imposto de Renda

PGBL ou VGBL: como escolher o modelo certo e pagar menos Imposto de Renda

A escolha entre PGBL e VGBL não depende de sorte nem de qual aplicativo é mais bonito. Depende de três variáveis concretas: o seu modelo de declaração do Imposto de Renda, o quanto você contribui para o INSS ou para um regime próprio de previdência e o tempo que pretende deixar o dinheiro parado. Errar nessa decisão pode custar dezenas de milhares de reais ao longo de uma década. Acertar pode transformar o Leão em um parceiro silencioso da sua aposentadoria.

Nova York proíbe Mashinsky em caráter permanente de cripto, valores mobiliários e commodities em aco

Nova York proíbe Mashinsky em caráter permanente de cripto, valores mobiliários e commodities em acordo de até US$ 35 milhões

A procuradora-geral de Nova York, Letitia James, anunciou na sexta-feira um acordo que proíbe Alex Mashinsky, fundador da Celsius, de atuar em caráter permanente nos mercados de criptomoedas, de valores mobiliários e de commodities. A estrutura condicional pode alcançar US$ 35 milhões e se soma a uma sentença federal de 12 anos de prisão e a um confisco superior a US$ 48 milhões.

IVVB11 ou dólar direto? O confronto matemático entre investir no Brasil e no exterior

IVVB11 ou dólar direto? O confronto matemático entre investir no Brasil e no exterior

Todo investidor brasileiro chega a um ponto em que a pergunta aparece: faz sentido continuar 100% no Brasil ou vale a pena olhar para fora? O mercado acionário brasileiro representa menos de 1% do valor total das bolsas do mundo e vive concentrado em commodities e bancos. Do outro lado, o S&P 500 reúne algumas das maiores empresas do planeta. A dúvida prática é direta: comprar IVVB11 na B3 ou abrir uma conta internacional e mandar dólar direto? Este guia destrincha a mecânica, coloca números em Reais na mesa e mostra para quem cada caminho tende a fazer mais sentido.

China proíbe cripto desde 2021, mas carteiras P2P de stablecoin crescem 43x no país; Coreia do Sul l

China proíbe cripto desde 2021, mas carteiras P2P de stablecoin crescem 43x no país; Coreia do Sul lidera o Leste Asiático com US$ 449,1 bilhões

A China proíbe criptomoedas desde setembro de 2021, o que não impediu que o país construísse uma das economias paralelas de stablecoin mais movimentadas do planeta. Segundo relatório da Chainalysis, empresa de análise on-chain, o número de carteiras únicas de stablecoin em negociação P2P no território chinês cresceu 43 vezes entre o primeiro trimestre de 2024 e o segundo trimestre de 2026. A proibição mudou o canal, não a demanda. O contraste regional escancara o resto da história: a Coreia do Sul, que regula, tributa e fiscaliza o setor, movimenta US$ 449,1 bilhões, cerca de 2,6 vezes a cifra chinesa estimada, enquanto suas exchanges locais assistem ao lucro operacional derreter 78%.

ANP arrecada R$ 3 bilhões com venda de 49 blocos; áreas marginais têm ágio médio de 442%

ANP arrecada R$ 3 bilhões com venda de 49 blocos; áreas marginais têm ágio médio de 442%

O 6º ciclo da Oferta Permanente de Concessão (OPC) da ANP vendeu 49 blocos exploratórios e arrecadou R$ 3 bilhões em bônus de assinatura, em leilão realizado em 7 de outubro de 2026. Três áreas com acumulações marginais responderam por R$ 1,5 bilhão do total, com ágio médio de 442% sobre o preço mínimo. No mesmo dia, o 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha arrematou 7 dos 13 blocos do pré-sal, ampliando a área sob partilha em 58%, para 39,2 mil km².