Ibovespa fecha em alta de 1,3% aos 179,7 mil pontos em dia de avanço do petróleo; dólar recua a R$ 5

Ibovespa fecha em alta de 1,3% aos 179,7 mil pontos em dia de avanço do petróleo; dólar recua a R$ 5,153

O Ibovespa encerrou o pregão em alta de 1,3%, aos 179.722,48 pontos, registrando o patamar mais elevado desde 12 de maio. A sessão coincidiu com forte valorização dos contratos internacionais de petróleo e desvalorização do dólar comercial ante o real, que encerrou cotado a R$ 5,153.

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🏷️ Mercados Por Redação Radar Finanças
Publicado em: 02/09/2026 às 09:05 BRT
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IndicadorValorTipoHorizonte / ReferênciaFonte Oficial
Ibovespa179.722,48 pts (+1,30%)OBSERVADOVigente / OficialFonte Oficial
Dólar ComercialR$ 5,153 (-0,54%)OBSERVADOVigente / OficialFonte Oficial
Petróleo BrentUS$ 94,65 (+4,60%)OBSERVADOVigente / OficialFonte Oficial
Petróleo WtiUS$ 90,22 (+5,20%)OBSERVADOVigente / OficialFonte Oficial
Petr3 (On)+4,14%OBSERVADOVigente / OficialFonte Oficial
Petr4 (Pn)+4,11%OBSERVADOVigente / OficialFonte Oficial
taxa Selic14,00% a.a.OBSERVADOVigente / OficialFonte Oficial

Legenda: OBSERVADO = dado oficial divulgado;  PROJETADO = expectativa de mercado (Focus/consenso);  ESTIMADO = cálculo com metodologia;  AGENDA = evento ou dado futuro confirmado.

Comportamento do Ibovespa e Destaques em Energia

Durante as negociações, o principal índice da B3 chegou a ultrapassar o patamar dos 181 mil pontos pela primeira vez em quase quatro meses, antes de consolidar o fechamento em 179.722,48 pontos.

Os papéis do setor de energia registraram desempenho positivo em linha com a commodity no mercado internacional. As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) avançaram 4,14%, enquanto as preferenciais (PETR4) subiram 4,11%. O mercado acompanhou também o anúncio do reajuste de 13,9% no preço médio do querosene de aviação (QAV) pela petroleira e o dado da ANP indicando produção recorde de petróleo no país de 4,5 milhões de barris por dia em julho.

  • Ibovespa fechou em 179.722,48 pontos (+1,30%)
  • PETR3 subiu 4,14% e PETR4 registrou alta de 4,11%
  • Produção nacional atingiu recorde de 4,5 mi de barris/dia em julho

Mercado de Câmbio e Indicadores Macroeconômicos

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,54%, cotado a R$ 5,153 para venda, acumulando desvalorização de 6,12% no ano. Na mínima intradiária, a divisa norte-americana atingiu R$ 5,13.

Na abertura da sessão, o câmbio chegou a ser negociado a R$ 5,20 após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que apontou desaceleração econômica e alimentou expectativas de mercado sobre eventuais cortes futuros na taxa Selic, atualmente fixada em 14% ao ano. No cenário global, o índice DXY avançava 0,27%, aos 99,681 pontos.

  • Dólar comercial a R$ 5,153 (-0,54%)
  • Variação acumulada do dólar no ano: -6,12%
  • taxa Selic de referência: 14% ao ano

Cenário Internacional das Commodities

No exterior, os contratos futuros de petróleo registraram expressivos ganhos em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

O barril do petróleo tipo Brent encerrou cotado a US$ 94,65 (+4,6%), enquanto o WTI avançou 5,2%, negociado a US$ 90,22.

  • Petróleo Brent: US$ 94,65 (+4,6%)
  • Petróleo WTI: US$ 90,22 (+5,2%)
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