IPCA recua 0,32% em agosto puxado por energia e alimentos; taxa em 12 meses fica em 4,22%
Deflação de agosto foi puxada pelo Bônus de Itaipu na conta de luz e queda nos transportes; índice em 12 meses fica dentro do teto da meta do CMN.
Radar Finanças
Deflação de agosto foi puxada pelo Bônus de Itaipu na conta de luz e queda nos transportes; índice em 12 meses fica dentro do teto da meta do CMN.
A população estimada do Brasil alcançou 214,2 milhões de pessoas em 1º de julho, de acordo com o estudo Estimativas da População divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O avanço anual de 0,37% aponta desaceleração frente ao patamar de 0,39% registrado no período 2024/2025, evidenciando o ritmo decrescente de expansão demográfica no país.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou deflação de 0,40% em agosto de 2026, após marcar 0,06% em julho, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é a taxa mensal mais baixa apurada pelo indicador desde agosto de 2022 (-0,73%) e leva o acumulado em 12 meses a 4,24%.
Segunda queda consecutiva do indicador elimina parte do ganho de 4,4% do início do ano; Copom define Selic em meio ao dado.
IPCA-15 de julho foi corrigido pelo IBGE: alta de 0,06% (e não 0,16%). É a menor variação para o mês desde 2023. Leia a atualização.
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