O petróleo ultrapassou a marca de US$ 96 por barril, ampliando os temores sobre a trajetória da inflação global. O movimento, veiculado originalmente pelo G1, reflete o agravamento das tensões geopolíticas e a oferta restrita da commodity, elevando o custo de energia e insumos em escala mundial.
No mercado acionário brasileiro, as petroleiras reagiram de imediato. A ação da Petrobras (PETR4) fechou o pregão anterior a R$ 41,15 e opera a R$ 41,66 no pré-mercado, alta de 1,24%. Já a Prio (PRIO3) passou de R$ 57,69 para R$ 58,18 no mesmo período, valorização de 0,85%.
Cenário para a Inflação e Política Monetária
A disparada do petróleo pressiona diretamente os custos de transporte, logística e matérias-primas, componentes centrais do índice de preços ao consumidor. O movimento acende o alerta para a política monetária tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, onde bancos centrais monitoram de perto os efeitos secundários da alta de energia sobre a inflação corrente e as expectativas futuras.
O rompimento da barreira dos US$ 96 representa um novo patamar de risco para ativos de mercados emergentes, incluindo o real, e reforça a cautela dos investidores quanto ao ritmo de afrouxamento monetário nas principais economias.
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